• os Achados | Acessórios | Amsterdam Sauer e Bianca Brandolini

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Acaba de começar no Moda Operandi a pré-venda da coleção cápsula de Bianca Brandolini, a it girl, para Amsterdam Sauer, a gigante das joias.

Com inspiração no fundo do mar e o nome Underwater, a coleção trás cerca de 30 peças, entre anéis, pulseiras, colares e brincos.

A pedra opala é a grande estrela da coleção, com grande percentual de água em sua composição e o tom furta-cor, que lembra escamas de peixe. Ela se encaixa perfeitamente no clima fundo-do-mar, combinando com as peças em formato de caranguejo, estrela do mar e conchas.

As peças são maravilhosas, divertidas, originais e riquíssimas. O tipo de joia moderna e única. Afinal, se é para investir todo nosso dinheirinho numa joia que ela seja especial, né? Amei o anel de caranguejo.

Para quem se interessar, o trunkshow acaba em 3 dias. Corra que ainda dá tempo!

Bia é apaixonada pelo que faz! Idealizadora do site "os Achados", atua também como editora de moda, stylist e consultora criativa.
  • os Achados | Gastronomia | Para entender os vinhos pontuados

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Há quem diga que o melhor vinho é aquele que a gente gosta e, sejamos sinceros, desfrutar da bebida de Baco envolve muito mais elementos do que aqueles percebidos no balanço de pouco mais de 100 ml de líquido na taça. Um bom prato e companhia agradável fazem toda a diferença, tornam a experiência muito mais prazerosa e certamente contribuem para uma ótima lembrança daquele momento específico.

A despeito de todos os esforços aplicados em fazer da degustação um momento mágico, contar com uma boa indicação nunca é demais. Foi partindo desse princípio que, em 1959 surgiu a Wine Spectator, a maior e mais importante publicação de vinhos do mundo. Ao logo de quase 40 anos de história a revista acumula mais de 500 edições dedicadas em avaliar vinhos de diferentes regiões do planeta. Algo em torno de 300 mil rótulos!

No mesmo sentido surgiu a “The Wine Advocate”, periódico americano que leva a assinatura de Robert Parker, ex-advogado que há mais de 30 anos faz da análise de vinhos o seu meio de sustento. Valendo-se de dois dígitos Mister RP é capaz desde alavancar vendas de determinado rótulo até influenciar em preços de vinhos antes mesmo de saírem da vinícola. Atualmente a escala de 100 pontos desenvolvida por Parker é amplamente utilizada e até hoje serve como referência para a avaliação de vinhos pelo mundo.

Por aqui temos como principal representante o Guia Descorchados. Patricio Tapia é o jornalista chileno que está à frente da publicação, hoje considerada a mais respeitada da América Latina, e avalia vinhos do Chile, Argentina, Uruguai e Brasil.

É importante dizer que o método de avaliação por pontuação não indica quão delicioso é um vinho, já que esta análise é subjetiva e depende de gosto e preferência pessoal. Em vez disso, os vinhos são pontuados com base na qualidade de produção e tipicidade, ou seja, se atende às expectativas esperadas de determinada uva ou região.

Mas e o gosto dele, combina com o meu?

Os sistemas de pontuação ainda são confiáveis e servem como referência sim, apenas cuidado para não virar refém de vinhos acima de 90 pontos. A discussão sobre vinho e gastronomia está bem democrática e muitas vezes a opinião sobre o seu grupo de amigos e pessoas próximas tem mais valor do que a avaliação de um crítico que está a milhas de distância, avaliando vinhos que muitas vezes nem estão disponíveis em nosso mercado. Isto explica o sucesso dos blogs de gastronomia, já que aquilo que os especialistas buscam no vinho não é necessariamente o que o consumidor procura. Muitas vezes o que se quer é apenas a indicação de um vinho bom e barato para comer com a pizza, disponível no supermercado mais próximo. E só.

Para começar a se familiarizar com estas – ainda confiáveis – siglas selecionei vinhos bem agradáveis para você se divertir sendo o avaliador:

- Flor D’Englora Rouge 2009 | ∗ 90 pontos Robert Parker (Imp. Grand Cru, R$ 51,75): Vinho tinto espanhol feito com 60% Garnacha, 35% Cariñena 2% Syrah e 1% Tempranillo, tem aromas de frutas negras e toque tostado proporcionado pelo estágio em barricas de carvalho. Médio corpo, tem final de boca longo e persistente.

- Tarima Orgânico 2012 | ∗ 90 pontos Robert Parker (Imp. Grand Cru, R$ 49,00): Também Espanhol, este tinto é feito com a uva Monastrell na região de Alicante, ainda pouco conhecida por aqui. Aromas intensos e agradáveis de morango e framboesa, tem corpo médio para encorpado e um final de boca persistente, ideal para acompanhar pratos mais intensos e saborosos. As uvas utilizadas na produção são de cultivo orgânico, ou seja, sem o uso de agrotóxicos e fertilizantes químicos.

- Zorzal Terroir Único Malbec 2013  | ∗ 92 pontos Robert Parker (Imp. Grand Cru, R$ 55,00): Tinto elaborado com a uva Malbec pela Zorzal, vinícola em ascensão na Argentina. Aroma de frutas vermelhas com notas florais, tem excelente frescor e final de boca com agradável persistência. Ideal para acompanhar carne vermelha ao ponto, massas leves com carne e molho vermelho fresco, temperado com ervas finas.

- Urban Cabernet Sauvignon 2010 | ∗ 90 pontos Robert Parker (Imp. Vinci, R$ 52,44): Vinho chileno elaborados no Chile pelo grande O Fournier. Produzido no ótimo Vale de Maule, é um vinho de excepcional relação qualidade/preço. Segundo a crítica de vinhos Jancis Robinson, ele é “muito muito muito mais complexo e sutil do que a maioria dos vinhos [chilenos]. Este 100% Cabernet Sauvignon Permanece 03 meses em barricas de carvalho francês.Excelente achado.

- La Joya Gran Reserva Syrah 2012 | 90 pontos Wine Spectator (Imp. World Wine, R$ 54,00): Os vinhos da chilena Bisquertt são muito premiados e este Syrah destaca-se pelo perfeito equilíbrio no paladar. Aromas de frutas negras maduras, especiarias e notas de café, é macio na boca e acompanha bem carnes vermelhas defumadas e cortes de cordeiro, como costeletas, carré e paleta.

Maitê é sommelière e acredita que o melhor vinho é o que tomamos com as pessoas queridas – e que ninguém precisa gastar muito pra isso.
  • os Achados | Mood da Semana

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O Mood da Semana vem em tons neutros. O verão vai aos poucos se despedindo, dando lugar a produções com carinha de outono.

Confesso que é a minha estação do ano favorita – não vejo a hora dela chegar – com dias de céu azul e solzinho. =)

Quando o vento gelado bater, vou querer usar esse look de tricô cru com saia cinza (amei a bolsa e os óculos!), cortar meu cabelo a la Rosie (com direito a essa maquiagem nude super chique) e dormir em uma cama linda e aconchegante como essa.

Que tal?

Bia é apaixonada pelo que faz! Idealizadora do site "os Achados", atua também como editora de moda, stylist e consultora criativa.
  • os Achados | 5 ideias para o fim de semana

  • os Achados | 5 ideias para o fim de semana

  • os Achados | 5 ideias para o fim de semana

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  • os Achados | 5 ideias para o fim de semana

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Tem quem o ache antiquado, “coisa de vovó”, ou mesmo infantil. Mas a verdade é que o poá é uma estampa clássica, que pode até ter seus altos e baixos, mas que nunca estará fora de moda. E podem ir se preparando, pois as bolinhas estão voltando com tudo!

Por isso, nossas ideias para o fim de semana são 5 inspirações de como incorporar a estampa nos seus looks, de forma atual e estilosa. Sem carinha retrô, datada e combinações batidas. Repense o jeito de usá-lo!

Tem estampa nos tênis (febre atual), na lingerie  que pode ficar à mostra, no look despojado com All Star e shortinho, e até uma versão com máxi bolas para o escritório ou evento mais formal. Veja que lindo que fica com peças da mesma cor ou no total look.

E aí? Te convencemos? Vamos usar e postaremos no insta para vocês conferirem a nossa escolha.

Apaixonada por moda e o fashion business, Bia Costa se realiza compartilhando suas descobertas e percepções do mundo da moda.
  • os Achados | Comportamento | Inveja, o pecado dos outros CRÉDITOS: Ilustração: Cristine Girardi

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Rodei minha pulseira life no braço. Sempre fazia isso quando estava ansiosa. Depois brinquei com os pingentes de olho grego e de trevo de quatro folhas, ambos de ouro branco.

Estava sentada em frente ao computador, fingindo que checava os e-mails. Mas meus olhos escapavam da tela o tempo todo, vigiando a porta do presidente que continuava fechada. A reunião estava marcada para acabar meia hora atrás, e até agora nada.

Os diretores reuniam-se uma vez por mês, e eles com certeza decidiriam quem seria o novo gerente de marketing. Minha última entrevista tinha acontecido há duas semanas, e um passarinho verde me contara que os outros candidatos também já tinham passado pelo RH.

Eu mesma estranhava meu nervosismo. Nenhum dos outros gerentes de produto tinha tanta experiência quanto eu. Minha marca era a maior, e por isso sofria mais com a crise econômica – nada de anormal nisso. Geraldo era o último a chegar e o primeiro a sair do escritório (não trabalhava nem onze horas por dia). E a outra… Melina tinha um ano de empresa, era responsável pela menor marca, mas gostava de se vangloriar por ter dobrado o market share em tão pouco tempo. Ir de nada a quase nada era fácil, queria ver segurar a queda nas vendas como eu tinha feito.

E mais, todo mundo vinha me dizer “Carla, a vaga é sua com certeza” ou “Carlinha, você é a única que está preparada”. Só um cego não veria isso, mas o problema era que eu tinha inimigos no escritório. Pessoas que me odiavam pelo meu sucesso. Como dizia minha mãe, “inveja é uma merda”.

Mas tudo bem, tinha convivido com isso vida toda. Era de boa família, sempre a melhor da classe e minha carreira havia decolado como um foguete. Ah, e eu tenho olhos azuis. E, sinceramente, sem hipocrisia, quem não quer ter olhos azuis?

Por isso sempre me protegi. Na entrada da minha casa havia um espelho bem grande, para já rebater o mau-olhado das “amigas”. Ia no centro tomar passe pelo menos uma vez por mês. Deixava sempre um copo com água e sal grosso atrás de cada porta. E foi exatamente essa última proteção que me alertara: nessa semana a água tinha ficado bem escura. Suspirei preocupada.

Toquei involuntariamente a tatuagem de Hamsá que tinha na costela direita. Era meu melhor amuleto contra a inveja alheia; sempre comigo, impregnado em minha pele. E como se a sorte estivesse ao meu lado, nesse momento a porta se abriu. A adrenalina inundou minhas veias. Era agora.

Marco, o diretor de marketing, entrou em sua sala e chamou Melina. Ela se levantou e não lançou nem mesmo um olhar para trás antes de fechar a porta. Claro, Marco chamaria os outros dois primeiro para explicar porque eu tinha sido escolhida.

Alguns minutos depois foi a vez de Geraldo ser chamado. E eu…

Eu? Junto com Geraldo? A situação não me agradou nada, nada. Arrumei meu terninho Armani e caminhei com a cabeça erguida.

- Pessoal, gostaria de anunciar que Melina será nossa nova gerente de marketing. – Marco disse com um sorriso que só não era maior do que o da vaca invejosa.

Senti uma veia pulsar em minha testa e pisquei várias vezes para ter certeza que aquilo era real. Fiz um esforço sobre-humano para manter a compostura. Geraldo foi o primeiro a dar os parabéns e eu também vesti meu personagem.

- Parabéns, Mel! – Sorri e a abracei. – Muito merecido, parabéns mesmo.

Não conseguia acreditar que a toupeira anoréxica seria minha chefe.

- Obrigada, Carla. – Ela sorriu de volta e segurou minha mão nas dela. – Seremos um grande time, fico lisonjeada de liderar alguém competente como você.

Exatamente, queridinha, falou tudo. Diferente de você, eu sou muito competente.

- Não tenho dúvidas que você vai decolar como gerente de marketing, – garanti. E depois cair igual avião da Malasya Airlines, pensei para deixar o sorriso mais verdadeiro.

Geraldo balbuciou qualquer coisa em apoio e voltamos ao trabalho.

Passei o dia repassando na cabeça todas as entrevistas, pensando o que podia ter dado errado. Era tão injusto que não me conformaria nunca. Sentia-me pesada, carregada de energias ruins, e cheguei à conclusão que aquilo era inveja.

Eu era invejada demais. Todos queriam estar no meu lugar, todos queriam ser iguais a mim. Aposto que a cachorra sonsa tinha feito alguma macumba para que eu fracassasse. Porque merecer o cargo, isso ela não merecia.

Mas não desceria ao nível dela. Ia manter a cabeça erguida e assistir sua derrota de camarote. Ia confortá-la quando me desse a notícia; “você estava indo tão bem, como assim te demitiram?”. Então traria uma caixa de papelão para ajudá-la a juntar os mini-cactos e as fotos melosas dela e do namorado. E aí finalmente a mesa de gerente de marketing seria minha! Minha! Mwahahaha!

Imaginei uma risada maligna. Mas obviamente me contentei em sorrir pois a última coisa que queria era meus colegas achando que tinha enlouquecido com a derrota. Ou pior, que achassem que eu (eu!) estava com inveja da pamonha sem sal.

Na volta para casa passei na floricultura e comprei um vaso de pimentinhas. No dia seguinte amanheceram todas murchas, confirmando minhas suspeitas. Energia pesada me circulando, gente demais me invejando.

Cheguei a ter dó dos pobres coitados. Ainda bem que eu pelo menos nunca tivera inveja de ninguém; desse mal era apenas vítima. Dei um beijinho em meu ombro para me resguardar. Minha mãe é que sabia das coisas. Inveja é mesmo uma merda.

Recém-casada, recém-trintona, recém-escritora e recém-mudada para a Indonésia. Mas desde sempre sonhadora nata.